As armas que matam no Rio não surgem nas favelas. Elas entram no Brasil por rotas ilegais, atravessam portos, fronteiras abertas e esquemas de corrupção e acabam nas mãos do crime organizado e das milícias.
O resultado é violência diária, famílias destruídas e vidas interrompidas. Quanto mais armas em circulação, mais mortes.
Os dados não mentem:
• O Brasil está entre os países com maior número de homicídios por arma de fogo no mundo;
• Onde houve flexibilização do acesso às armas, aumentaram os assassinatos, os feminicídios e o genocídio da juventude negra.
➡️ ARMA TEM QUE ESTAR NA MÃO DO ESTADO, DA POLÍCIA, E NÃO DO CRIME!
➡️ Segurança pública se constrói com investigação, inteligência, controle rigoroso de armas e políticas sociais, não com mais pistolas apontadas para o povo.
Por isso, apresentamos no Congresso a proposta da CPMI do Tráfico de Armas, uma ação fundamental para:
• investigar quem lucra com a violência;
• expor as rotas ilegais de armas!
• responsabilizar os poderosos que alimentam o caos.
📢 Mas essa CPMI só será aprovada com pressão popular. É a voz do povo que pode virar esse jogo.
✍️ Assine o abaixo-assinado e nos ajude a pressionar o Congresso e fazer acontecer!
Por um Rio de Janeiro e um Brasil onde crianças voltem da escola sem medo. Onde mães não precisem enterrar seus filhos pela violência urbana. Onde a vida valha mais do que o lucro do tráfico internacional de armas!